segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Professores

Projeto Institucional: orientação sexual


Objetivo geral
Contribuir para o desenvolvimento pessoal e a responsabilidade sexual dos alunos.

Objetivos específicos
- Para gestores Formar professores e funcionários e criar uma cultura escolar de atenção a temas de saúde e responsabilidade sexual.
- Para os professores Articular os temas de sexualidade com os conteúdos das disciplinas.
- Para os funcionários Compreender a política de orientação sexual da escola, atuando perante os alunos de forma coerente com a proposta.
- Para os alunos Desenvolver atitudes assertivas em relação ao conhecimento do próprio corpo e ao comportamento sexual.

Tempo estimado
De seis meses a um ano.
Desenvolvimento
1ª etapa Diagnóstico
Organize reuniões com as várias equipes de profissionais da escola - gestores, professores e funcionários. Forme subgrupos de acordo com afinidades profissionais e peça que eles falem sobre como os alunos se referem à sexualidade e elenquem comportamentos preocupantes que possam exigir intervenção. É nesse momento que se constata, por exemplo, que uma turma está desinformada em relação às transformações corporais pelas quais meninos e meninas estão passando ou que existem casos de desrespeito ao gênero e à diversidade sexual. Sistematize esses dados ao fim da reunião, pois eles serão úteis na avaliação do projeto.

2ª etapa Definição de foco
Com base no diagnóstico, estabeleça as prioridades. Como a Orientação Sexual é uma área ampla, defina um tema para desenvolver e assim não correr o risco de falar de muitos assuntos, porém com superficialidade. Defina os objetivos das ações para cada série e as temáticas a ser trabalhadas. Não se esqueça de identificar os profissionais que ficarão responsáveis pelas atividades, o tempo de duração, onde e como elas serão realizadas e os materiais. Veja o exemplo:
6º ano 
Objetivo Conhecer as mudanças da puberdade e aprender a lidar com elas, sensibilizando para o cuidado com o corpo. 
Conteúdo Higiene, mudanças físicas na puberdade e expectativas pessoais e sociais. 
Responsável Professor de Ciências. 
Quando Durante o seu período de aula. 
Material Jogos sobre o corpo humano.

3ª etapa Divulgação
Realize um encontro com a comunidade escolar interna para deixar claros os objetivos sistematizados na fase anterior. Em seguida, o mesmo deverá ser feito com as famílias dos estudantes. Não é necessário um evento exclusivo para isso. O projeto pode ser apresentado durante uma reunião de pais, mas é importante a participação da direção e dos docentes envolvidos. Faça uma apresentação com dados e índices que justifiquem a importância do projeto. Se algum pai se mostrar contrário, chame-o para uma conversa em particular e coloque-se à disposição para tirar dúvidas. Vale mostrar os bons resultados alcançados em outras escolas. Para os alunos, as atividades podem ser comunicadas, de acordo com a rotina da escola, durante a aula do professor responsável.

4ª etapa Preparação das equipes
A formação em Orientação Sexual exige conhecimentos sobre o desenvolvimento da sexualidade na infância e na adolescência, prevenção e vulnerabilidade, além do manejo de grupo e a aplicação de metodologia compatível com o que se busca alcançar. Uma opção é chamar consultores ou instituições especializadas. Outra é usar os cursos oferecidos pela rede de ensino. A Secretaria de Saúde pode complementar com conhecimentos específicos - como a prevenção de DST/AIDS - promovendo palestras com profissionais da área. Nos encontros pedagógicos, abra espaço para a conversa sobre sexualidade. Organize encontros com os funcionários, explique os projetos e defina a função de cada um a fim de que os objetivos sejam alcançados. Solicite que eles discutam, façam sugestões e indiquem como vão colaborar. Os monitores e os profissionais da limpeza e da segurança, por exemplo, podem relatar aos gestores se observarem comportamentos que provoquem constrangimento - como carícias em público, atitudes de discriminação sexual - ou se identificarem cenas de invasão de privacidade, como alunos fotografando partes íntimas de colegas sem consentimento.

5ª etapa Implantação do modelo
Antes de expandir o projeto para toda a escola, comece com apenas algumas turmas. Um piloto sempre ajuda a ajustar o programa desejável à realidade da instituição. O ideal é escolher as classes em que os alunos apresentem dúvidas e demonstrem mais abertura em dialogar sobre o assunto. Durante o piloto, a equipe gestora avaliará a adequação do conteúdo proposto para os alunos, o interesse deles, a desenvoltura do professor, a adequação do tempo e espaço para a realização das atividades e o impacto do trabalho. Para tanto, é imprescindível desenvolver instrumentos de acompanhamento do processo.

6ª etapa Monitoramento e avaliação
Para cada resultado que se espera, é importante ter instrumentos capazes de medi-los. Leia o artigo de José Ricardo Aires, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), que apresenta critérios para diferentes objetivos. Se o propósito é diminuir o número de gravidez na adolescência, é preciso, no início do projeto, levantar os índices e acompanhar a evolução ao longo do ano. A escola pode também fazer uma parceria com o posto de saúde mais próximo e combinar o envio anual de um relatório sobre o número de alunos que passaram a usufruir dos serviços disponíveis - sinal de que eles estão se preocupando com a saúde. Periodicamente, verifique se professores e funcionários estão envolvidos no processo. Promova encontros regulares com os responsáveis pelas atividades para discutir os avanços e rever os procedimentos planejados e a necessidade de suporte técnico. 

Coordenador

Diagnósticos duvidosos de TDAH

Antes de atribuir o fracasso do aluno ao Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), é preciso uma investigação cuidadosa


Na última década, o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) tomou conta das escolas brasileiras. O aluno com baixo rendimento - que demonstra dificuldades em se concentrar e seguir instruções, necessita de um tempo maior para finalizar as tarefas e apresenta inadequação comportamental e impulsividade - é encaminhado para um psiquiatra ou um neurologista. Após a realização de testes que confirmam o TDAH, o médico receita estimulantes à base de metilfenidato - conhecidos comercialmente como Ritalina ou Concerta -, capazes de melhorar a concentração. Às vezes, um acompanhamento psicoterápico complementar também é indicado. 

Entretanto, antes de aceitar o discurso médico na escola, precisamos encará-lo com um olhar crítico. No meio científico, há controvérsias sobre o TDAH. Não se sabe ao certo se as causas do transtorno são orgânicas ou sofrem influência do meio. Além disso, alguns especialistas colocam em xeque a precisão do diagnóstico argumentando não ser possível estabelecer limites objetivos entre o TDAH, outras desordens de comportamento e o comportamento normal. 

Uma coisa, porém, é consenso: existe um excesso de diagnósticos médicos e de prescrição de estimulantes. Uma pesquisa feita em escolas públicas de Campinas, a 93 quilômetros de São Paulo, revelou que muitas crianças diagnosticadas com TDAH tinham, na realidade, problemas de visão. Ao começar a usar óculos, 57% delas melhoraram a concentração e 51,1% passaram a concluir tarefas que antes não conseguiam terminar. Outro estudo, conduzido pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), analisou 31 produções científicas sobre o metilfenidato. Todas davam parecer favorável à droga. Contudo, 87% das publicações apresentaram conflito de interesse, pois haviam sido realizadas em coautoria com laboratórios de medicamentos ou financiadas pela indústria farmacêutica. 

O filósofo e professor francês Michel Foucault (1926-1984) alertou sobre o processo de medicalização da sociedade. Para ele, o diagnóstico deve ser questionado quando a natureza social dos fenômenos é omitida. Observemos, por exemplo, a rotina da infância hoje. Há crianças que passam mais de oito horas por dia no computador e se entediam rapidamente diante de brinquedos que em outros tempos as convidavam a pensar, interagir, fantasiar e criar. Será que o excesso de estímulos eletrônicos não contribui para a falta de concentração? 

Não é possível compreender o comportamento humano sem levar em conta a cultura. Antes de atribuir o baixo rendimento escolar a um problema clínico e transferir aos médicos a responsabilidade pela aprendizagem, deve-se fazer uma cuidadosa investigação pedagógica: observar as situações em que o aluno se comporta de modo inadequado e aquelas em que ele responde positivamente, identificar as variáveis que influenciam no desempenho - como a adequação dos materiais didáticos, a estrutura do espaço físico, o nível de ruído, a motivação da equipe e a gestão da aula - e refletir sobre como mudar esse cenário. Não somos onipotentes, mas precisamos reconhecer que a ação do professor é determinante no processo de aprendizagem.

Diretor

Espaço para a sensibilidade

Ao incentivar a presença da estética, o gestor alia alegria e fruição a um trabalho sério e dinamiza as relações interpessoais



Há muitos anos, em Belo Horizonte, trabalhei numa escola em que a equipe de direção resolveu substituir os sinais de entrada e saída das aulas por músicas variadas. Ainda me lembro de apertar o passo quando me aproximava da escola e Marcos e Paulo Sérgio Vale já estavam no meio da canção Viola Enluarada ou Milton Nascimento já ia longe na suaTravessia. E também dos meninos e meninas parados na porta da sala aproveitando os últimos versos de A Banda, de Chico Buarque, antes de entrarem para as atividades. 

Anos depois, em Santos, cidade do litoral paulista, fui fazer uma palestra numa escola que estava promovendo uma exposição de trabalhos de familiares dos alunos. Ali estavam fotografias feitas pelo pai de um, arranjos de flores da mãe de outro, esculturas de um avô, bordados delicados de uma tia. A diretora estava orgulhosa da alegria das crianças e dos jovens ao mostrar para os colegas e professores aquelas produções. 

Uma escola de São Paulo, para comemorar o Dia do Índio, em vez de pintar o rosto dos pequenos ou colocar penas na cabeça deles, organizou um encontro com indígenas de uma tribo próxima. Eles contaram fatos de sua história e ensinaram a fazer algumas peças típicas do artesanato deles. Dava gosto ver as meninas se enfeitarem com as tornozeleiras feitas por elas mesmas e os garotos escolherem lascas para fazer um pente. 

A arte pode entrar na escola por muitas portas, diferentes das que já se encontram estabelecidas. Essas, porém, nem sempre estão abertas para o que não é considerado curricular. Por isso, vale pensar na possibilidade de trazer a arte e estimular a sensibilidade não apenas em momentos já previstos - em aulas de disciplinas específicas, em eventos incluídos nos programas, em visitas a museus ou na realização de shows musicais. Abrir um espaço no recreio para que alunos e professores cantem ou toquem, exibir um vídeo curto feito por um grupo, ouvir alguém ler um poema ou uma crônica que estava guardada numa prateleira da biblioteca ou numa gaveta da sala dos professores - tudo isso amplia a vida. Nesse espaço, se estabelece uma conexão profunda entre a ética e a estética como dimensões do trabalho educativo. 

Philippe Meirieu, educador francês, aponta que "a escola não é apenas um lugar de acolhimento ou de passagem" e que "uma sala de aula não é um grupo de pessoas escolhidas em razão de suas afinidades. (...) É um espaço e um tempo estruturados por um projeto específico que alia, ao mesmo tempo e indissociavelmente, a transmissão de conhecimentos e a formação de cidadãos". Por isso, cabem nela - e se conectam - fazeres, saberes, quereres e sentires. 

A presença da sensibilidade no trabalho realizado pelos gestores amplia as possibilidades de dinamizar as relações no contexto escolar, de aliar a seriedade e o rigor à alegria e à fruição. O pensador alemão Ernst Fischer (1899-1972), em seu livro A Necessidade da Arte, faz referência à função que tem a experiência estética para os seres humanos: expressão, comunicação e transcendência. Isso tem a ver com os princípios da ética, com o que torna a vida mais plena, em qualquer lugar em que ela se manifeste. Especialmente no espaço escolar.
Orientação sexual (projeto institucional)

Objetivos - Envolver professores e pais no trabalho de orientação sexual dos estudantes.
- Desenvolver nos alunos o respeito pelo corpo (o próprio e o do outro).
- Refletir sobre diferenças de gênero e relacionamentos.
- Dar informações sobre gravidez, métodos anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
- Conscientizar sobre a importância de uma vida sexual responsável.
Conteúdos- Corpo humano
- Diferença de gêneros
- Sexualidade
- Gravidez

Desenvolvimento 1ª etapa
Preparação da escola e da comunidade:

Capacitação da equipeProfessores e funcionários devem estar preparados para lidar com as manifestações da sexualidade de crianças e jovens. Um curso de capacitação sobre os principais temas (como falar e agir com crianças e adolescentes; prazer e limites; gravidez e aborto; DSTs etc.) é o mais indicado. Além disso, os formadores podem ajudar a identificar os conteúdos das diversas disciplinas que contribuem para um trabalho sistemático sobre o tema.

Envolvimento dos paisFaça uma reunião com as famílias para apresentar o programa. Aproveite para falar brevemente sobre as principais manifestações da sexualidade na infância e na adolescência.

Formação permanenteOrganize um grupo de professores para estudar temas ligados à sexualidade e discutir as experiências em sala de aula.


2ª etapa O trabalho em sala de aula exige atenção do professor às atitudes e à curiosidade das crianças, pois são elas que vão dar origem aos debates e às atividades propostos a seguir.

Diferenças de gêneroBaixar a calça e levantar a saia são sinais de curiosidade. O livro Ceci Tem Pipi?, de Heloisa Jahn e Thierry Lenain, explora as diferenças físicas e comportamentais entre meninos e meninas. Pergunte quem tem pipi. E quem não tem? Tem o quê? Diga que a vagina é o “pipi” das meninas. Estimule o debate sobre o que é ser menino e menina, levantando questões como: uma garota pode subir em árvores? Escreva as respostas no quadro e converse com a turma.

O corpo e o prazerÉ normal que os pequenos toquem os genitais para ter prazer e conhecer o próprio corpo. Proponha a descoberta de outras formas de satisfação na escola, como brincar na areia e na terra ou com água. Deixe-os explorar esses elementos no parque e incentive-os a falar sobre o que sentiram e sobre as partes do corpo que dão prazer, inclusive o pênis e a vagina. Diga que é normal tocá-los, mas que essas são partes íntimas e, portanto, não devem ser manipuladas em locais públicos. Finalize lembrando-as das outras maneiras de ter prazer na escola.

Relação sexualCaso uma criança tenha visto uma cena de sexo na TV, certamente comentará com os colegas. O livro A Mamãe Botou um Ovo, de Babette Cole, relaciona sexo, concepção e nascimento. Todos sabem como nasceram? Levante as dúvidas e comente que sexo é coisa de adultos. Mostre bonecos que tenham pênis e vagina e deixe a garotada explorar as diferenças.

GravidezSe alguma professora ou alguém próxima à garotada estiver grávida, certamente a turma ficará curiosa. Fale sobre o desenvolvimento do bebê, desde a concepção até o nascimento (cartazes ajudam muito). Uma música boa para tocar é De Umbigo a Umbiguinho, de Toquinho. Explique o processo físico de evolução, ouça as perguntas e responda-as de forma simples e direta.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Chega de papelada! Conheça um aplicativo para ajudar você a se organizar


Tablet com o aplicativo Evernote. Foto: André Menezes
Você, professor, sabe bem como os papéis dominam boa parte de sua vida. São listas de coisas a fazer, cadernos de planejamento, diários de classe, textos utilizados em sala, anotações de encontros pedagógicos… enfim, uma infinidade de documentos que você precisa carregar para cima e para baixo.
Para facilitar a administração dessa papelada toda, existem – ainda bem! – diversos aplicativos. Um dos melhores disponíveis é o Evernote. Com versões para celulares, tablets e computadores, ele serve como um grande bloco de notas capaz de substituir boa parte dessa pilha de papéis. Abaixo, pensamos em quatro maneiras de organizar sua vida utilizando o app. Aproveitem!

Registre notas como quiser

Além de criar anotações usando o teclado de seu aparelho, é possível fazer notas em áudio, vídeo ou manuscritas. Essas ferramentas podem ser úteis para registrar momentos em sala de aula, em que não dá para ficar digitando na tela dos aparelhos.

Anexe arquivos a suas notas

O aplicativo permite que você anexe documentos a suas anotações. Ao usá-lo para planejar uma aula, por exemplo, você pode anexar os materiais que passará aos alunos. Também é possível guardar e organizar textos que você usa para sua formação pessoal.

Organize melhor seus arquivos e anotações

Você pode agrupar suas notas em cadernos (como “pastas”) e etiquetas. Uma maneira bacana de se organizar é separar as notas por sala em que você leciona e separar os assuntos (Avaliações e Planos de Aula, por exemplo) como categorias. Assim, fica mais fácil encontrar tanto os conteúdos relativos a uma turma quanto aqueles que falam de um tema específico.

Não se esqueça de nada

O aplicativo permite que você crie checklists e associe lembretes a suas notas. Assim, você não esquece nada do que precisa fazer. Na hora de planejar sua semana, crie uma lista com as coisas que pretende informar aos alunos. E use os lembretes para não esquecer datas importantes, como o dia de fechamento do bimestre.

Evernote

O que faz? Administra e armazena notas e documentos
Por que é legal? Ajuda a organizar a vida de quem precisa lidar com muitos papéis
Plataformas Android, iOS, MAC e PC
Preço Gratuito na versão mais simples, com os recursos citados no post. A versão premium custa 10 reais por mês ou 90 reais por ano.
Onde baixar https://evernote.com/intl/pt-br/evernote/
Fusões e Aquisições
Conselho da Abril Educação aprova programa de recompra de ações 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:20 hs.


O Conselho de Administração da Abril Educação (ABRE11) aprovou o primeiro programa de recompra de ações para permanência em tesouraria para utilização no atendimento ao exercício das opções de compra de ações pelos beneficiários de planos de opção de compra de ações ou outros instrumentos que a companhia tenha aprovado.

Segundo a companhia, serão adquiridas no máximo 7.837.730 ações, que representam 3% do total de ações da empresa, devendo ser observada a proporção necessária para formar units de emissão da Abril Educação.

O prazo do programa será de 365 dias, a contar desta terça-feira (24), data da divulgação desse fato relevante.

A operação será intermediada pelo Banco Itaú Unibanco, Banco Bradesco e HSBC Bank Brasil.

A Abril Educação informou ainda que estabelecerá a oportunidade e a quantidade de ações a serem adquiridas em observância aos limites e ao prazo de vigência estabelecido no programa. 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

USJ é destaque entre as universidades de Santa Catarina 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:27 hs.
24/09/2013 - No Ranking Universitário da Folha, a instituição aparece em terceiro lugar, atrás apenas da UFSC e da Unisul

O Centro Universitário Municipal de São José - USJ aparece entre as instituições mais bem conceituadas do Brasil no Ranking Universitário da Folha, promovido pelo jornal Folha de São Paulo. Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Pedagogia foram os cursos do USJ avaliados no ranking.

Administração de Empresas alcançou o 77º lugar, entre 1.479 cursos de Administração avaliados. Aparece no terceiro lugar no Exame Nacional do Ensino Médio (Enade) e em 156º lugar em docentes com Doutorado. A graduação em Ciências Contábeis está na 64ª posição da lista do ranking de 748 universidades. Está na 36ª colocação do Enade e em 118º lugar em docentes com Doutorado. Já Pedagogia aparece na 181ª colocação, entre 897 instituições que oferecem o mesmo curso. Está na 205ª posição no Enade, e é o 242º em docentes com Doutorado.

Entre as universidades catarinenses, o USJ se destaca no terceiro lugar, atrás apenas da UFSC e da Unisul (16ª e 56ª na classificação geral, respectivamente). Conforme a pesquisa, as regiões Sul e Sudeste concentram 19 das 25 melhores universidades do país.

O cálculo foi feito com base nas notas recebidas nas duas pesquisas feitas pelo Datafolha para o RUF, com avaliadores do MEC e com empregadores. Foram 192 universidades avaliadas em todas as regiões do país. A análise partiu de cinco indicadores de qualidade, subdivididos em 16 subindicadores que geram rankings independentes. A avaliação contempla as 30 carreiras com maior número de estudantes matriculados em 2011 (último dado disponível no instituto de pesquisa do MEC, o Inep).

Para a reitora do USJ, Jaqueline Zarbato, o ranking comprova a qualidade do ensino promovido na instituição, que conta com um quadro de professores qualificados e oferece ao mercado profissionais que somam ao crescimento da cidade. “A classificação ultrapassou várias instituições públicas do Estado de Santa Catarina e do Brasil. Isso representa a consolidação e a importância do USJ e de seus cursos nas áreas de Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia, Ciências da Religião. Formamos profissionais que contribuem de forma efetiva para o desenvolvimento social, econômico, educacional de São Josɔ, observa a reitora.

FONTE: Prefeitura de São José