quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

5 pontos positivos de usar o Google Drive

Blog de Tecnologia. Aplicativos web do Google Drive. Crédito: Divulgação
Escrever documentos, montar planilhas e apresentações, organizar arquivos em pastas são atividades comuns no cotidiano dos professores – e de muitos outros profissionais. Para facilitá-las, existem diversas ferramentas, mas uma das mais úteis é o Google Drive. Trata-se de um serviço oferecido pelo Google, que inclui aplicativos de edição de texto, montagem de apresentações, criação de planilhas, entre outras funções.
Para quem ainda não o conhece, listamos abaixo cinco pontos positivos do serviço que provavelmente irão convencer a você a, pelo menos, testá-lo.
1) Os arquivos ficam seguros e acessíveis de qualquer lugar com internetTudo o que é feito no Google Docs fica armazenado online. Por isso, é possível acessá-los de qualquer computador, utilizando apenas seu nome de usuário e senha. Muito útil para quem varia entre o computador pessoal, da família, da escola…
2) É possível editar arquivos em conjuntoUma das características mais bacanas do serviço. Ao criar um documento, você pode compartilhá-lo com colegas e dar a eles autorização para que o editem. Assim, é possível compartilhar seu planejamento com a coordenação pedagógica, fazer um relatório em conjunto ou pedir que colegas ajudem na elaboração de uma prova, por exemplo.
3) Você não precisa instalar nadaO Drive é um serviço online. Para usá-lo, você precisa apenas de uma conta do Google (a mesma que você usa para o Gmail e o Youtube). Isso quer dizer: sem a chateação de milhões de passos a seguir antes de conseguir usar o programa.
4) Substitui vários programasOs aplicativos do Google Drive são bons substitutos para programas como os oferecidos pelo pacote Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint, etc), apesar de não ter alguns recursos oferecidos por ele – como uma variedade grande de fontes.
5) É de graça!Se você se interessou em conhecer, vale dar uma olhada nos tutoriais que o próprio Google oferece para quem quer utilizar o serviço.

Dinâmica para receber e integrar os novos alunos

 | sala de aula
Aperto de mãos. Apresentação dos alunos de EJA. Blog. Crédito: SXC.HUNos primeiros dias de aula, os professores da minha escola se preocupam em promover atividades para recepcionar os alunos e promover a integração das novas turmas que se formam. A ideia é darmos uma oportunidade para que os alunos se apresentem, conversem um pouco e quebrem o gelo que caracteriza este início de trabalho.
Além das iniciativas coletivas, eu também organizo um momento como esse dentro das minhas aulas. Vou contar minha experiência com uma atividade que talvez muitos conheçam, mas que tem tido resultados muito bons com meus alunos da EJA: a atividade da teia. Quem sabe ela não te inspira a realizar algo semelhante com seus alunos?
O único material necessário é um rolo de barbante.
O procedimento é o seguinte: em um espaço aberto (que pode ser dentro da sala mesmo, com as carteiras afastadas, ou em um pátio), eu e os alunos formamos um círculo. Entrego o rolo de barbante para um dos alunos e peço que ele diga seu nome, jogue o rolo para outra pessoa e diga o que ele deseja para este colega naquele semestre. Antes de lançar o rolo, ele segura em sua mão a ponta do barbante.
O próximo aluno repete o procedimento, sempre segurando o barbante e jogando o rolo para outro colega (que esteja, de preferência, distante dele no círculo), até que todos participem. Ao final, forma-se um emaranhado de fios com todos os alunos (e eu mesmo) segurando o barbante.
Já realizei essa atividade algumas vezes e o início dela é sempre marcado pela timidez dos alunos, especialmente dos que são novos na escola. No entanto, à medida que o rolo de barbante vai passando de mão em mão, o clima vai se descontraindo e os alunos vão se soltando. Os “desejos para o semestre” expressos por eles costumam ser sempre muito positivos:
“Desejo que você aprenda muito!”
“Espero que você tire notas muito boas!”
“Tomara que você faça muitos amigos nesta escola!”
Quando todos os alunos estão segurando no barbante, peço que digam o que aquele emaranhado de fios representa para eles. As declarações são muito interessantes:
“O fio representa a ligação entre os alunos.”
“O barbante é como o conhecimento, que vai passando de pessoa para pessoa.”
“Mostra que todos na classe estão unidos.”
“Significa que os professores estão junto com a gente.”
“É como aquela rede dos bombeiros; se alguém cai, os outros seguram.”
Estimulo que os alunos comentem as declarações uns dos outros. Acho particularmente interessante essa ideia do apoio dos colegas, uma vez que sempre vêm à tona as dificuldades que enfrentam para frequentar a escola e como o amparo dos amigos que passaram (ou passam) por situações semelhantes é importante para ajudar a superá-las.
Aqui cabe uma confissão. Participei inúmeras vezes dessa mesma dinâmica em cursos de formação de professores e confesso que já achava a atividade “muito batida”. Toda vez que alguém a propunha eu pensava: “de novo”?
Por isso, hesitei um pouco em utilizá-la com meus alunos. No entanto, percebi que ela é novidade para a imensa maioria e é incrível o impacto positivo que produz na consolidação do grupo. Vários estudantes já me relataram que ela foi importante para promover a união da classe e que as declarações feitas ali são lembradas por eles em outros momentos. A positividade e a união produzidas naquela teia acabam ecoando em muitas outras atividades, especialmente nas que envolvem trabalho em grupo. Além disso, sabemos que a evasão é um dos principais problemas vivenciados na EJA e penso que esse tipo de integração com o professor e com a turma pode ajudar a motivar o estudante a permanecer na escola.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Caminhos para uma escola alfabetizadora. Foto: Marina Piedade Grafite Marcelo Zuffo
As situações a seguir acontecem em escolas de todo o Brasil: boa parte dos alunos de séries avançadas - tanto do Ensino Fundamental quanto do Médio - não consegue localizar informações em uma notícia de jornal, assusta-se diante de livros mais grossos que precisam ser lidos para a disciplina de Língua Portuguesa e não entende o artigo científico consultado na aula de Ciências, entre outras dificuldades. Eles fazem parte daquela parcela da população que avança na escolaridade sem dominar a leitura e a escrita ou do índice de 29,6% de crianças e jovens em defasagem idade-série no Brasil. Tudo porque não foram bem alfabetizados. Hoje, são 456 mil meninos e meninas de 8 anos que não leem nem escrevem da forma que se espera para a idade (15,2% do público dessa idade). Candidatos, portanto, a futuros analfabetos funcionais. 

Para quebrar essa corrente, é preciso garantir que todas as escolas alfabetizem os alunos nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Alguns especialistas afirmam que isso pode acontecer até antes, principalmente se as crianças frequentam a pré-escola - agora obrigatória. Porém o Ministério da Educação (MEC), com o intuito de propor uma meta mais factível do que ideal, optou por estabelecer os 8 anos como teto ao elaborar o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Em novembro do ano passado, quando o programa foi lançado, ele teve a adesão de 5.270 dos 5.565 municípios do país e de todos os estados da federação, que receberão recursos para serem investidos, prioritariamente, na formação de professores e na aquisição de material pedagógico.
Contudo, a escola precisa estar preparada para a missão. E os caminhos para atingir o objetivo passam por providenciar um ambiente 100% alfabetizador - aquele em que a escrita e a leitura são o eixo principal da comunicação e da relação entre os alunos e a escola - e incorporar à rotina de todos a cultura da capacitação em serviço.

Os propósitos formativos do planejamento docente

Ao analisar os planejamentos dos professores, o coordenador articula as ações pedagógicas, orientando a equipe a ajustá-los aos objetivos de aprendizagem e ao PPP

Mônica Matie Fujikawa. Foto: Gabi Portilho
Mônica Matie Fujikawa Mestre em Educação pela Universidade Metodista de São Paulo
A instituição escolar demanda a produção de diversos registros para a organização, gerência e condução de seu trabalho. Eles cumprem uma função importante na organização e planificação do trabalho pedagógico, mapeando o percurso das ações, as escolhas e os encaminhamentos nas diversas instâncias da gestão escolar. Afinal, como toda instituição, "(...) as escolas buscam resultados, o que implica uma atividade racional, estruturada e coordenada. Ao mesmo tempo, sendo de caráter coletivo, essa atividade não depende apenas das capacidades e das responsabilidades individuais, mas também de objetivos comuns e compartilhados, de meios e ações coordenadas e controladas dos agentes do processo" (Libâneo, Oliveira e Toschi, p. 344). 

Visando a articulação nas diversas instâncias da gestão, a escola dispõe de variados registros que devem manter coerência com os princípios de seu projeto político-pedagógico, documento orientador das iniciativas ali desencadeadas. A elaboração desses documentos no decorrer do trabalho escolar - permeado de percalços e avanços, projeções e realizações, hipóteses e constatações, dilemas e suposições - permite objetivar as questões que ocorrem nessa realidade. Isso não significa cristalizar as ações, as atitudes e os comportamentos, considerando-os imutáveis ou determinados porque jazem escritos. Mas implicam considerar as possibilidades que o registro escrito apresenta na revelação da realidade capturada, permitindo observar também o que se revela pela ocultação de dados na escrita (Fujikawa, 2006, p.135).
Como a produção e análise dos registros podem se converter em boas oportunidades formativas em vez do caráter meramente burocrático que costuma revesti- los? Quais os sentidos atribuídos a eles? Que informações relevantes eles oferecem para a avaliação e a revisão da prática pedagógica? Neste artigo, vamos nos deter nas possibilidades que a discussão e o estudo dos planejamentos bimestral ou trimestral apresentam para a reflexão e compreensão do trabalho realizado na escola. 

Os registros revelam aspectos significativos do trabalho desenvolvido - as intenções pedagógico-educacionais, os objetivos de trabalho, os percursos metodológicos e seus encaminhamentos, a sequência e o encadeamento de ações, os propósitos das atividades, dentre outros. Eles podem se converter em oportunidades formativas no processo de apropriação e revisão do conhecimento produzido no cotidiano das práticas pedagógicas quando dão visibilidade e materialidade para o "pensar sobre o fazer". Ao serem tomados em consideração para apropriação do pensamento prático e teórico do educador (Freire, 1995), ampliam as perspectivas de análise, possibilitando o fortalecimento da dimensão coletiva da docência e desencadeando a integração das perspectivas individuais e coletivas do trabalho no contexto escolar. "Uma das dificuldades do trabalho coletivo está no confronto de expectativas e desejos dos sujeitos envolvidos. Dificuldade que precisa de condições especiais para ser superada. Uma dessas condições está na compreensão de que uma visão comum sobre a escola, um eixo aglutinador dos seus sujeitos, só pode ser construído a partir das visões particulares, das expectativas de cada um sobre a escola que se pretende organizar" (Bruno, 1998).

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Profissional, sim. Impessoal, nunca

Um bom gestor está próximo dos funcionários e dá atenção a eles. Conheça algumas maneiras de valorizá-los e conhecê-los melhor

Francilene e as merendeiras da EMEIEF Adelia parabenizam Cecília. Foto: Marina Piedade
Trabalho reconhecido Francilene (à direita) e as merendeiras da EMEIEF Adelia parabenizam Cecília (à esquerda)

"Bom dia!", "Tudo bem?", "Como foi o fim de semana?" No dia a dia, trocamos essas frases naturalmente, sem prestar muita atenção na importância delas. Mais do que apenas convenções, os cumprimentos e algumas conversas informais demonstram preocupação com as pessoas - e por isso são um aspecto relevante na construção de uma boa gestão de equipe. 

Pode soar um desperdício usar alguns minutos do dia em ações que a princípio não têm relação com as obrigações profissionais. Embora não pareça, elas, na verdade, têm ,sim, influência sobre o desempenho. "É um erro pensar que os sentimentos podem ser deixados do lado de fora do ambiente de trabalho. Somos todos humanos", afirma Ruy Shiozawa, presidente da Melhores Empresas para Trabalhar, empresa de pesquisa, consultoria e treinamento corporativos em São Paulo. Às vezes, só pela expressão facial ou pelo tom de voz, é possível identificar se a pessoa está bem-disposta, estressada ou triste. Não se trata de assumir o papel de conselheiro ou terapeuta - nem é essa a função do gestor. Essas informações, porém, podem ajudá-lo a criar um clima de trabalho mais harmonioso. Nesta reportagem, você vai conhecer algumas atitudes para tornar as relações de trabalho mais humanas (leia a próxima página). 

Além disso, a atenção dedicada aos funcionários abre espaço para diálogos profissionais mais frequentes e eficazes, recursos importantes para a efetivação da gestão participativa. "O tratamento impessoal está ligado a um modelo de gestão centrado nas lideranças e fechado à participação. Ser democrático pressupõe conhecer as pessoas, respeitá-las e levar em conta as diversas opiniões", diz Luiz Edmundo Rosa, diretor de Educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), em São Paulo.
Sem uma real predisposição a ouvir e a valorizar a equipe em todos os momentos em que a rotina permite, no entanto, as ações de humanização da gestão vão parecer vazias e pouco sinceras. De nada adianta, por exemplo, organizar uma comemoração para celebrar a premiação de um funcionário sem ter reconhecido seu esforço ao longo do processo. Ou cumprimentá-lo só no dia do aniversário se nem sabe o nome dele. Tampouco faz sentido valorizar apenas uma equipe ou pessoa e se esquecer de outros, como se não fizessem parte do grupo.

Os alunos da EMEIEF Adelia de Lima Franco, em Suzano, na Grande São Paulo, chamam todos que trabalham na escola pelo nome. No balcão da cozinha, onde é servida a merenda, está escrito o nome das cozinheiras que prepararam a comida. O quadro que expõe o cardápio valoriza o trabalho de cada uma delas. Embora os alimentos sejam escolhidos pelos nutricionistas da Secretaria Municipal de Educação, as receitas são frequentemente incrementadas pelas profissionais de acordo com o gosto das crianças. Valorizada pela comunidade escolar, a merendeira Cecília Aparecida de Jesus Manetta inscreveu sua receita de bolo de ameixa e iogurte em um concurso de alimentação orgânica promovido pela prefeitura e ganhou o primeiro lugar. "Comemoramos principalmente porque sabíamos que as invenções da Cecília, que sempre foram tão apreciadas por nós, mereciam um reconhecimento externo", conta a diretora Francilene Cristina da Silva Sant’ana.
Mural do Carlina Barbosa homenageia todos os aniversariantes do bimestre. Foto: Ruth Gobbo
Parabéns coletivo Mural do Carlina Barbosa homenageia todos os aniversariantes do bimestre
No CE Carlina Barbosa de Deus, em Sacramento, a 445 quilômetros de Belo Horizonte, estudantes, funcionários e professores dão parabéns uns aos outros. A ideia da diretora Zilamar Maria Vieira de fazer um único mural com os aniversariantes do bimestre teve o objetivo de evitar segregações. "Como todos se sentem representados no quadro e olham para ele com frequência, é uma oportunidade de voltar a atenção para alunos de outros turnos e para membros da equipe com quem não se tem tanto contato", explica Zilamar. Isso não impede que os alunos tragam para a sala de aula um bolo para um colega ou que os docentes e funcionários façam uma celebração na sala dos professores. Ao criar iniciativas de valorização das relações pessoais, o gestor dá o exemplo para que toda a comunidade escolar faça o mesmo.

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Escola conectada: um link para a aprendizagem

Para ter um ambiente que possa ser considerado do século 21, a tecnologia deve transformar concepções de ensino desde a formação de professores

Aurélio Amaral  

Um link para aprendizagem. Bruno Algarve
Qual a diferença entre preparar uma aula expositiva presencial ou captada em vídeo? E entre escrever conteúdos em um quadro comum ou em uma lousa digital? Pois é. Muitas escolas ainda acreditam que para estar imersa na era da tecnologia basta colocar computadores na sala e disponibilizar aos alunos recursos de última geração.

Ter equipamentos, hoje, tornou-se um desafio menos difícil de ser alcançado do que promover a mudança na concepção de ensino que a tecnologia não só propicia mas exige. A pesquisadora argentina Delia Lerner, no livro Las TIC en la Escuela, Nuevas Herramientas para Viejos y Nuevos Problemas (Daniel Goldin, Marina Kriscautzky e Flora Perelman, org., 464 págs., Ed. Oceano Travesía), ainda sem tradução para o português, lembra que as transformações na Educação não acontecem espontaneamente e que, portanto, somente a presença da tecnologia não produz aprendizagens automaticamente - TIC é a sigla para as tecnologias de informação e comunicação. "De que adianta ter internet na sala se o professor continua sendo o transmissor de informações?", questiona José Manuel Moran, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).
Ambiente para as transformações já existe. Segundo a pesquisa realizada em 2012 pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias de Informação e Comunicação, em São Paulo, 95% dos estudantes brasileiros já utilizaram computador e 92% navegaram na internet, com o acesso à rede em casa, cibercafés e lan houses. Entre os professores, 99% são usuários da rede e 97% têm computador pessoal. A presença dos equipamentos na escola também vem crescendo. Entre 1999 e 2012, foram instalados 85 mil laboratórios de informática nas escolas públicas, segundo o Ministério da Educação (MEC). No entanto, nem sempre a equipe está preparada para fazer bom proveito desses recursos. GESTÃO ESCOLAR mostra como os gestores devem enfrentar os principais desafios para o uso da tecnologia na aprendizagem, entre eles a mudança de conceitos relacionados ao ensino, o planejamento da formação de professores e a organização da sala de aula.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Novas formas de aprender e de ler

Novas formas de aprender e de ler

Tecnologia na escola é um prenúncio de novas possibilidades ou de desafios difíceis de vencer. Recursos e ferramentas digitais já fazem parte do dia a dia de alunos e educadores no lazer e em atividades básicas, mas por que usá-los com propósito pedagógico parece sempre complicado? Nesta fase de adaptação, o papel do diretor é imprescindível para que o professor se sinta cada vez mais seguro para usar as tecnologias em sala de aula. A escola conectada - título da capa desta edição - não pode ser entendida erroneamente como a que possui muitos recursos, mas, sim, como a que utiliza programas, redes sociais e equipamentos de forma inteligente. "Visitei uma EMEI com poucos computadores e câmeras, mas o blog criado por eles ajuda as coordenadoras a replanejar as atividades", contou Aurélio Amaral, que assina a reportagem. 
Desafios semelhantes ao uso dos recursos pela comunidade escolar temos enfrentado aqui na redação de GESTÃO ESCOLAR. Nossa tarefa: pensar, planejar e produzir material extra para a revista em formato digital. A novidade permite a você, leitor, apreciar um conteúdo ainda mais incrementado em uma outra plataforma: no computador ou no tablet. Um guia encartado no centro desta revista explica como baixar o aplicativo de leitura e conhecer o conteúdo que oferecemos juntamente com vídeos, galeria de fotos, depoimentos, links para material de formação, uma animação e uma calculadora para você estimar os recursos a que a sua escola terá direito ao se inscrever no novo PDDE. Experimente!