terça-feira, 17 de dezembro de 2013

                 Fundamental 1

Atividade de percepção sonora com o filme "O Som do Coração"

Introdução
Filho de pais músicos, o menino Evan Taylor cresce em um orfanato e não conhece sua origem. Apesar disso, ele ouve música em todos os lugares e acredita que ela seja uma mensagem de sua família. Decide então sair em busca de sua história. Apesar desse lado de fantasia, o mais interessante é, contudo, destacar os pontos da trama que mostram o garoto escutando diferentes ruídos da cidade, que podem se transformar em música. "Os alunos precisam aprender a escutar os variados sons que passam despercebidos ao seu redor", diz a professora Valéria Caram, do Colégio Pueri Domus, em São Paulo. 

Objetivo 
Discriminar sons da natureza, da cidade e da sala de aula. 

Conteúdo 
Sons do ambiente. 

Trechos selecionados 
Cena que mostra o garoto fugindo do orfanato em direção à cidade (21m07s a 22m07s). Trecho em que ele entra na cidade e começa a prestar atenção nos sons (22m55s a 31m05s). Cena em que o garoto pega um violão e, sem nunca ter experimentado o instrumento, começa a tocá-lo (41m43s a 44m25s). 

Atividade 
Exiba os trechos do filme. Leve as crianças a um parque, um bosque, uma praça ou qualquer área verde próxima à escola para que escutem os sons da natureza e, depois, a algum local urbanizado, para que fiquem atentas aos ruídos das ruas. Volte para a sala de aula e chame a atenção de todos para as vozes dos colegas. Destaque como vários sons às vezes passam despercebidos, como se fossem apenas parte do ambiente. Depois, faça uma música com as crianças. Peça que elas tentem reproduzir com instrumentos de percussão ou outros que tiver disponíveis os sons que ouviram durante aquela aula. 

Avaliação 
Observe quais os sons as crianças ouviram e avalie de que forma elas os reproduziram.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Ensino Superior
Garoto de 13 anos dá aula para universitários nos EUA 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:07 hs.
16/12/2013 - Em menos de três anos, Quin Etnyre, de 13 anos, aprendeu a escrever programas de computador, criou sua própria companhia e, em seu tempo livre, começou a ensinar graduados do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).

Quin desenvolveu o "gas cap", um boné que detecta emissão de gás metano por humanos

Movido pelo interesse em tecnologia e em educação, Quin, que mora com a família na Califórnia, desenvolveu kits para ajudar crianças a mergulhar no mundo da programação eletrônica.

A longo prazo, o menino-prodígio tem planos de revolucionar o sistema de ensino, ensinando conceitos básicos de programação e facilitando a interação entre alunos e computadores.

Jovem professor

Quin ensina crianças e adultos a escrever programas usando a plataforma de hardware Arduino.

"Arduino é um minicomputador, mais ou menos do tamanho de um cartão de crédito, que você pode programar e é muito fácil de usar", ele diz. "Crianças podem usar e programar com facilidade."

Em uma sala de aula em Pasadena, Califórnia, vestindo uma camiseta do MIT, cercado por alunos que variam entre pré-adolescentes e homens e mulheres com pelo menos 5 anos a mais que ele, Quin agradece a presença de todos e diz que esta contente em poder dar mais uma aula.

"Ele é um ótimo professor, considerando que tem apenas 13 anos", diz um dos alunos de Quin. "Ele é provavelmente muito melhor que outros professores, em relação à maneira de ensinar e de passar a mensagem."

Projetos

Entre os projetos desenvolvidos por Quin está o "gas cap", um boné de baseball que detecta emissões de gás metano por humanos.

Ele também criou o "FuzzBot", um pequeno robô comandado por uma placa arduino e que usa sensores para desviar de obstáculos e operando um espanador, ajudando sua mãe na limpeza da casa.

Sobre o futuro, Quin conta que quer ser "um educador, um designer de interação e experiência do usuário e um engenheiro eletrônico".

Os pais contam que não se preocupam com o fato de Quin gostar de coisas não muito comuns para meninos da idade dele.

"É importante ser criança, ter 12, 13 anos agora. Outras coisas fora da esfera dos eletrônicos deixam ele feliz, e isso nos deixa contentes."
Tecnologia Educacional
Mendigo aceita aulas de programação em vez de esmola e cria aplicativo 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:16 hs.
16/12/2013 - Morador de rua de Nova York lançou nesta quarta-feira o app Trees for Cars, que ajuda pessoas a encontrarem caronas próximas da região onde estão

Um morador de rua lançou na quarta-feira (11/12) um aplicativo para smartphones. Leo Grand é o criador do app Trees for Cars, que ajuda pessoas a encontrarem caronas próximas da região onde estão. Depois, o programa calcula quando CO2 (gás carbônico) o usuário deixou de emitir ao preferir pegar uma carona e não ir com o seu próprio carro. Um estímulo para que as pessoas pensem mais no meio ambiente e deixem seus veículos em casa. Boa ideia, não?

Pois bem, você não leu o começo do texto errado. Grand é mesmo morador de rua. Sua vida passou por uma reviravolta em agosto deste ano, quando ele conheceu o programador Patrick McConlogue - numa história que poderia ter saído de um conto de fadas. O técnico fez duas ofertas a ele: lhe dar US$ 100 de esmola ou aulas de programação de graça. O mendigo escolheu a segunda opção.

Durante 16 semanas, McConlogue e Grand se encontraram todos os dias úteis durante uma hora para que o primeiro ensinasse ao segundo como criar um aplicativo. Para ajudar, o morador de rua também ganhou algumas ferramentas essenciais: um notebook e três livros usados. A jornada de Grand para criar seu app virou notícia no mundo todo. O sucesso foi tanto que até uma página no Facebook foi criada para que os fãs acompanhassem o progresso do sem-teto. Chamada Journeyman, a comunidade já foi curtida por quase 50 mil pessoas.

Agora, o aplicativo chega à sistemas iOS e Android, custando US$ 0,99. "Trees for Cars é uma ótima maneira para construir relacionamentos, unir comunidades, ajudar um ao outro financeiramente e consumir energia de maneira consciente, tudo para proteger o meio ambiente", disse Grand em um comunicado oficial sobre o aplicativo.

O programa funciona assim: o usuário escolhe o endereço para onde precisa ir e o aplicativo mostra os motoristas que estão por perto a caminho da mesma região. Assim, um pode convidar o outro para dividir a carona. Eles só são conectados um ao outro após os dois aceitarem o convite. Ao final da corrida, o aplicativo calcula quanto eles pouparam de emissão de gás carbônico ao usar o Trees for Cars.

A receita obtida vai toda para Grand. O morador de rua disse que usará a quantia para ajudá-lo a pagar um curso de programação. 
Gestão Educacional
Falta de feedback pode levar a medo de tirar férias 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:23 hs.
16/12/2013 - Há pessoas que acabam se privando de ter um momento de lazer em família para não perder um emprego, diz a coordenadora de recrutamento Tatiane Magalhães

São Paulo - Tatiane Magalhães, de 30 anos, coordenadora de recrutamento e seleção de vagas operacionais, viveu o dilema de ter medo de tirar férias no seu emprego anterior. Em entrevista a Você S/A, ela contou como a situação impactou sua vida pessoal e profissional.

VOCÊ S/A - Você tem medo de tirar férias? Por quê?

Tatiane Magalhães - Tive. Fiquei por quase três anos numa empresa que fornecia serviços de iluminação, tínhamos uma equipe muito reduzida. Eles estavam engajados em projetos de vendas para a copa e olimpíadas, não deu certo e eles tiveram que fazer alguns cortes. Eu tinha férias para tirar e não consegui.

Para mim era um problema porque na época eu ia casar, precisava do dinheiro e do emprego. Tínhamos que pensar quem poderia ser mandado embora e ver o quanto isso geraria de custo para a empresa, eu me prontifiquei a ficar na parte estratégica por questões pessoais e isso foi visto com bons olhos, me ajudou no momento em que eu estava.

Hoje eu tenho portas abertas na empresa. Fui contratada em março de 2009, bem no período da crise: entrei no momento de crise e saí num momento de crise.

VOCÊ S/A - Quais são os principais fatores que levam um trabalhador a ter medo de tirar férias?

Tatiane Magalhães - Para mim foi a questão pessoal de estar num período de reforma de apartamento antes de casar somado a falta de feedback que gerou um medo de quando eu voltar não ter mais meu emprego. Meus superiores começaram a dar férias para todos nesse período e eu disse que não tiraria, para trabalhar com eles. Meu gestor e a diretoria viram isso com bons olhos e me apoiaram.

Se tivesse tirado férias, teria ficado somente uma pessoa na equipe de recursos humanos e muita gente teria sido desligada, não teria sido feito esse cuidado de ver quem estava pra se aposentar, quem era bom e novo, quem tinha potencial etc. isso não seria feito com cuidado. Fizemos um olhar clínico, as demissões foram organizadas e feitas no tempo certo. Demitimos 200 pessoas, voltamos para a estaca inicial.

VOCÊ S/A –O medo de tirar férias já atrapalhou sua vida profissional?

Tatiane Magalhães - Sim, mas nada foi traumático, considero uma história de sucesso. A gente não quer deixar um trabalho que gosta, mas eu acho que é uma história de sucesso porque fiz muita amizade com os diretores, com os colegas e todos recomendam meu trabalho.

Porque eu organizei o RH, coisa que eles nunca tinham feito. Eu trouxe essa experiência de fora. Num período de medo eu consegui dar a volta por cima. O medo de tirar férias pode trazer boas soluções também.

VOCÊ S/A - Você considera o medo de tirar férias um fenômeno entre os profissionais nas empresas?

Tatiane Magalhães- Sim. É um fenômeno generalizado e isso acaba atrapalhando a vida pessoal. É algo que eu presencio aqui na empresa. A pessoa acaba se privando de ter um momento de lazer em família, para não perder um emprego. Acontece com muita frequência, as pessoas não chegam a se queixar, mas muita gente passa 3 ou 4 anos sem tirar férias, às vezes até mais.

Chega uma hora que o próprio gestor tem que obrigar a pessoa a tirar férias, mas mesmo em férias as pessoas não se desligam. Eu não passei por isso na Tegon, hoje eu vivo em um período de felicidade plena.

VOCÊ S/A - O que leva uma pessoa a ter interesse em usar dispositivos remotos para trabalhar durante as férias?

Tatiane Magalhães - Eu passei por isso na empresa anterior. Nos 10 primeiros dias de férias eu ficava olhando e-mail, celular. Mas depois eu já sabia o meu destino e me desliguei, fui curtir a vida e descansar porque eu estava demissão cumprida.

VOCÊ S/A - É possível contar com dispositivos de trabalho remoto e não misturar a vida pessoal com a profissional?

Tatiane Magalhães - É uma linha bem tênue, porque dependendo de um e-mail que você recebe no celular, o seu humor muda na hora. Então naquele momento você já está misturando sua vida pessoal e profissional.

VOCÊ S/A - O medo de tirar férias é justificável dentro do atual sistema de trabalho corporativo?


Tatiane Magalhães - A gestão precisa ter mais pulso firme. Alguns gestores têm aquela visão de que o profissional que trabalha muito e não tira férias é bom. Mas o gestor precisa saber que ele é um ser humano, tem família e precisa descansar. É preciso dar feedback para que o funcionário fique seguro do seu trabalho.

VOCÊ S/A - Como você expressou o medo de tirar férias para seus chefes e/ou RH? De que forma prática eles traduzem esse sentimento?


Tatiane Magalhães - Através de comentários. “já vai vencer as férias, mas eu não posso tirar porque tenho muita coisa pra fazer”, isso já mostra que as pessoas sentem medo e se envolvem em muitas atividades para não sair de férias. 
Gestão Educacional
Direto de Brasília: Burocracia do emprego vai diminuir 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:30 hs.
16/12/2013 - O governo prepara um alívio para os empregadores tradicionais e os domésticos, que foram enfiados na parafernália burocrática do emprego enfrentado no do dia a dia das empresas. Isso ocorreu por causa dos novos direitos concedidos aos empregados do lar.

Uma equipe ministerial foi criada para reunir numa só comunicação todas as obrigações acessórias que atormentam a vida dos empreendedores e que agora entraram nas casas dos brasileiros.

O SPED Social ou e-Social, como é conhecido, é o novo projeto do Governo Federal em sua busca de tornar eletrônica todas as informações sobre ações das empresas, a exemplo do recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Essa nova única obrigação acessória tem como objetivos principais unificar, integrar e padronizar as informações sobre os empregadores e seus empregados ou contratados.

A parafernália do bolo

Na semana passada, uma nova rodada de negociações foi promovida entre os órgãos do governo federal envolvidos com a novidade do e-Social, a exemplo da Caixa Econômica Federal, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Receita Federal e dos ministérios da Previdência; do Trabalho e Emprego; do Planejamento; e da Micro e Pequena Empresa.

“Essa parafernália burocrática da geração de emprego foi descoberta agora quando estenderam os benefícios do trabalhador comum para as empregadas domésticas, e as patroas se viram de frente do bolo burocrático”, contou ao DCI o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.

Bancos poderão ser fiscalizados pelo Cade

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou, na semana passada, o Projeto de Lei Complementar 265/07, do Senado, que transfere para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a competência de fiscalizar e punir condutas do sistema financeiro lesivas à ordem econômica e à concorrência. Atualmente, esse controle é feito pelo Banco Central, que exerce o papel de regulador do sistema financeiro.

Pela proposta, o Cade terá o prazo de 60 dias para avaliar os atos de concentração bancária (fusões, aquisições e incorporações). Se não apreciados nesse prazo, os atos serão automaticamente considerados aprovados. Poderá, ainda, investigar e punir instituições financeiras em casos de condutas lesivas ao mercado financeiro, como por exemplo indícios de combinação nos valores das tarifas. Pela proposta, o Banco Central ficaria apenas com a avaliação das situações que envolvam riscos que possam afetar a confiabilidade e a segurança do sistema financeiro.

Municípios mineiros poderão receber incentivos do Nordeste

Todos os incentivos legais e benefícios orçamentários concedidos à região Nordeste serão automaticamente estendidos a 168 municípios mineiros que estão na área da Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste). Proposta com esse teor foi aprovada na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. De acordo com o relator da matéria, deputado Júlio Cesar (PSD-MG), a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2013 já previa a extensão dos incentivos destinados à região do semiárido ao Norte de Minas. A matéria ainda precisar passar pela omissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada pelo Plenário.

CAE vota novas regras para liquidação extrajudicial

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado, deve votar nesta terça-feira (17) projeto que evita abusos nas liquidações extrajudiciais. Entre as inovações previstas no PLS 265/2013, está o estabelecimento de prazo para que a liquidação se encerre. Se aprovado, o texto seguirá para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Segundo a Agência Senado, O regime de liquidação extrajudicial é um meio de realizar o ativo e pagar o passivo aos credores da empresa regulada que tiver configurada a sua insolvência econômico-financeira. Para isso, o órgão regulador indica o liquidante e acompanha e verifica todo o processo de liquidação. Um dos principais problemas é a falta de prazo para que o procedimento se encerre, o que gera a possibilidade de os processos se arrastarem por décadas.

               Educação Infantil

Jogo de cartas do tipo Supertrunfo

Objetivo
- Ler, comparar e ordenar números de até três algarismos. 

Conteúdos
- Leitura numérica. 
- Regras do sistema de numeração. 

Anos 
Pré-escola. 

Tempo estimado 
Dez aulas. 

Material necessário 
Jogo Supertrunfo de vários temas, diferentes portadores numéricos, como fita métrica. Canetas coloridas, cartolinas e folhas de sulfite. 

Flexibilização
Para alunos com deficiência intelectual 
Desde que bem estimuladas, as crianças com deficiência intelectual são plenamente capazes de compreender as regras básicas do sistema de numeração. Antecipe a apresentação do jogo Supertrunfo para esta criança. Com o apoio do responsável pela sala de recursos revise com a criança a sequência numérica e ofereça a ela portadores numéricos de fácil consulta, como a fita métrica, por exemplo. Isso vai ajudá-la a jogar com a turma. Você ou os colegas podem ajudar a criança a escrever os números nas cartas, caso ela ainda não seja capaz de fazer isso sozinha. Quanto mais próximo do cotidiano da criança for o tema do jogo, mais fácil será para ela compreender a lógica. Se animais soar complicado ou distante do dia-a-dia da criança, é possível elaborar o jogo com base nas alturas da turma (excluindo as casas decimais) ou no número dos sapatos de cada um. Amplie o tempo de realização das etapas e repita a atividade para facilitar a aprendizagem.

Desenvolvimento 
1ª etapa
Pergunte às crianças se conhecem o jogo Supertrunfo. Em caso afirmativo, sistematize o que foi falado e socialize as informações. Se não, apresente-o e organize alguns dias de jogo. 

2ª etapa
Proponha situações-problema para que as crianças reflitam e elaborem critérios de comparação entre dois números apresentados nas cartas do jogo (como força 314 e força 324. Quem ganhou?). Dessa forma, todas terão repertório para construir critérios comuns a fim de comprar números altos. 

3ª etapa
Proponha ao grupo criar um jogo do tipo Supertrunfo. Primeiramente, decidam o tema (como animais) e as grandezas (altura e número de filhotes). Questione os pequenos a respeito do intervalo numérico em que se encontram as informações - é interessante para o jogo? Depois, organize a pesquisa das informações. 

4ª etapa
Distribua papel e caneta para elaborar a primeira versão das cartas. Lembre à criançada que recorra aos portadores numéricos em caso de dúvida. Durante o preparo, não interfira. Os conflitos e os problemas que surgirem devem ser analisados coletivamente depois. 

5ª etapa
Com o jogo pronto, é hora de problematizar a produção. Convide os alunos a jogar. Peça que a turma averigue se o jogo apresenta problemas e quais soluções possíveis. Sistematize as falas e proponha a construção de um novo jogo ou a reformulação do que foi feito.

6ª etapa
Peça que a turma confeccione a versão final das cartas, criando ilustrações para cada uma delas.

Produto final 
Jogo tipo Supertrunfo. 

Avaliação 
Observe se, ao longo da proposta, as crianças avançam nas questões relacionadas à leitura e à comparação numérica, utilizam a tabela numérica e portadores numéricos como fonte de pesquisa. É importante que empreguem alguns critérios para determinar qual número é maior quando fazem a comparação das cartas.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Tecnologia Educacional
Jovem cria sistema que prevê o futuro a partir de arquivos do NYT 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:41 hs.
13/12/2013 - SÃO PAULO - Assim como tantos jornais, revistas e outras publicações, o New York Times é uma poderosa fonte de informação de eventos passados. Contudo, será que ele poderia prever o futuro? A cientista israelense Kira Radinsky, mais conhecida como a “profeta da web”, diz que sim.

Com apenas 27 anos, Kira já é um prodígio na área de ciência e tecnologia. Ela desenvolveu um sistema único que alerta possíveis futuros desastres, epidemias e grandes eventos - tudo a partir de informações encontradas nos arquivos do jornal norte-americano.

Com um currículo de causar inveja a muitos, Kira entrou na faculdade com apenas 15 anos de idade e recebeu seu Ph.D. em Ciência da Computação aos 26. Ela também aparece na lista dos 35 maiores inventores com menos de 35 anos, realizado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), que já incluiu nomes como Mark Zuckerberg, Larry Page e Sergey Brin.

Através do algoritmo, a cientista afirma ter previsto a primeira epidemia de cólera em muitos anos, as primeiras revoltas da Primavera Árabe e outros eventos mundiais que foram destaques do NYT. “Se uma tempestade surge dois anos depois de uma seca, poucas semanas depois [da enchente], a probabilidade de um surto de cólera é enorme, especialmente em países com baixo PIB e baixa concentração de água limpa”, exemplificou Kira ao site Fast Company.

Ela explica que, além do arquivo do jornal, o algoritmo também compila informações de redes sociais como o Twitter e até da Wikipédia. Os dados são processados para extrair padrões de causa e efeito que podem ser usados para prever eventos futuros.

Segundo Kira, tudo começou em 2007, quando brincava com o Google Trends (ferramenta do Google que mostra os mais populares termos buscados em um passado recente). Ela descobriu que podia prever um pouco do que as pessoas iriam procurar no buscador, com base em notícias de acontecimentos mundiais recentes. “Em seguida, ela se perguntou se poderia adaptar este mecanismo para prever, com mais probabilidade, outros fenômenos.”

Por agora, a israelense trabalha com o co-diretor do laboratório de pesquisa da Microsoft, Eric Horvitz, para aperfeiçoar a tecnologia. Segundo eles, a taxa de precisão está entre 70% e 90%. “Ele dá probabilidade, não uma certeza”, ressalta a cientista.