sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Gestão Educacional
Confira cargos que estarão em alta com o pré-sal 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às hs.
25/10/2013 - O primeiro leilão do pré-sal deve provocar em breve uma intensa procura por profissionais especializados no setor de óleo e gás. É o que aponta recente levantamento elaborado pela Michael Page, empresa especializada em recrutamento e seleção de profissionais de alta e média gerência.

Segundo Bruno Stefani, gerente da divisão de óleo e gás da Michael Page, a indústria de petróleo demandará muitos profissionais de perfil técnico das mais diversas formações por um grande período de tempo.

“Estimo o potencial para 20 anos consecutivos de investimento em tecnologia, infraestrutura, serviços e em mão de obra”, afirma. De acordo com Stefani, o momento trará oportunidades para os mais jovens e os mais experientes, em todas as fases da cadeia, passando pelas geosciências, exploração, desenvolvimento e projetos, até chegar à produção.

“Será importante uma sincronia fina entre esfera pública e privada para aproveitar o que há de melhor e não deixar escapar essa oportunidade que não só transformará o setor e sua cadeia correlacionada, mas como a economia do país”, finaliza.

A partir desta demanda, a Michael Page listou 11 profissionais mais requisitados pelo setor nas três fases da cadeia - exploração, perfuração e produção. Confira:

1 - Fase inicial de investigação para exploração:

É a fase em que se estuda o potencial de exploração do campo, geralmente feitos por profissionais ligados à geologia. Veja os profissionais mais requisitados nesta primeira etapa:

1 - Geólogos

Características do profissional: Com formação em geologia, esse profissional vai estudar as características da área potencialmente explorável. “Assim que sai da faculdade, o geólogo vai buscando especializações e começa a ramificar a atuação”, diz Stefani.

Salário: em início de carreira, geólogos têm remunerações entre 6 a 8 mil reais nesse setor.

2 - Geofísicos

Características do profissional: São profissionais de formação em geologia e com especialização em geofísica. “Se são empresas em operação inicial no Brasil, geralmente vão buscar profissionais com mais experiência, que conheça a geologia das áreas”, diz Stefani.

Salário: Para quem tem menos experiência, varia de 8 mil a 12 mil reais. Profissionais experientes podem ter salários acima de 30 mil reais.

3- Petrofísicos

Características do profissional: Profissionais de geologia especializados em petrofísica também são bastante demandandos nesta fase de investigação. Novamente, explica Stefani, dependendo da empresa, a busca pode ser por profissionais mais ou menos experientes e isso vai influir diretamente na remuneração.

Salário: Nível júnior de 8 a 12 mil reais. Com certo tempo de experiência na função, a remuneração pode variar entre 12 mil e 15 mil reais e profissionais de alto nível de senioridade chegam a ganhar entre 35 mil e 45 mil reais.

Segundo Stefani, após o trabalho dos geólogos, entra em cena os profissionais que vão realizar os testes para confirmar a viabilidade da exploração apontada na fase de investigação. “São as pessoas que vão testar se o campo é mesmo viável, como disseram os geólogos. “Por exemplo, se as estimativas dão conta de uma reserva de 8 a 12 bilhões de barris de petróleo no Campo de Libra, a fase de testes vai definir o que será, de fato, extraído”, explica.

2 - Confira os profissionais que entram nessa fase:

4 - Engenheiro de perfuração

Características do profissional: A formação em engenharia é obrigatória, mas a habilitação pode variar bastante entre os profissionais desse ramo, segundo Stefani. “Pode ser um engenheiro mecânico, civil, eletricista, entre outras habilitações. A formação é bem ampla”, diz o gerente da Michael Page. Como não existe pós-graduação em engenharia de perfuração, a especialização nesse ramo é “on the job”. “O profissional pode ter pós-graduação em petróleo, mas geralmente é uma pessoa que adquiriu experiência trabalhando para prestadoras de serviço para a indústria de óleo e gás”, diz Stefani. Segundo ele, a grande escola dos engenheiros de perfuração costuma ser a experiência em turnos off-shore nas empresas prestadoras de serviço.

Salário: nível júnior, com experiência de até 5 anos, tem remuneração fixa variando entre 8 mil e 12 mil reais. “Mas é um profissional que fica embarcado, há adicionais que podem dobrar o valor do salário”, diz Stefani.

Profissionais experientes chegam a ganhar mais de 30 mil mensais.

5 - Gerentes de perfuração

Características do profissional: Formação técnica é a mesma do engenheiro de perfuração, o que diferencia é a função de gestão. “É um engenheiro de perfuração que foi ganhando experiência técnica suficiente para ser um gestor”, diz Stefani. O cargo é destinado, diz o gerente da Michael Page, a profissionais com mais de 45 anos, já que, geralmente, a experiência necessária é gira em torno dos 20 anos.

Salário: como são profissionais de nível sênior, o salário pode ultrapassar os 30 mil reais. “Mais isso vai variar de acordo com o porte da empresa”, diz Stefani.

6 - Gerente de contratos

Características do profissional: Formação em engenharia é fundamental para gerenciar contratos de todos os tipos no setor de óleo e gás. O cargo, por ser de gestão, pede experiência técnica. “São engenheiros que já foram de perfil mão na massa e hoje estão em cargo de gestão”, diz Stefani. Das carreiras que despontam nesta fase de projetos, esta é a mais “global”. “O gerente de contratos cuida de todas as disciplinas abaixo dele”, explica o gerente da Michael Page. Por exemplo, um projeto de construção de uma embarcação de produção e armazenagem de petróleo, uma FPSO (Floating Production Storage and Offloading) - que é, na verdade, uma grande planta química, só que a 200 quilômetros da costa – o gerente de contrato olha para o todo. “Ele é o dono de toda a embarcação, responsável por um contrato de 1 bilhão, por exemplo, e deve conhecer bem todas as fases do projeto”, explica Stefani.

Salário: vai variar de 15 mil a 40 mil, dependendo do porte da empresa e do nível de senioridade.

7- Gerente de engenharia

Características do profissional É quem vai comandar a equipe de engenheiros nos projetos que podem abarcar desde a tubulação da embarcação FPSO como também a parte mecânica, elétrica, entre outras. Como ocorre com os outros cargos de gestão em óleo e gás já citados, ter experiência na área vai fazer toda a diferença para garantir uma oportunidade nesta posição.

Salário: vai variar de 15 mil a 40 mil, dependendo do porte da empresa e do nível de senioridade.

3 - Fase de produção

É a etapa final da cadeia de óleo e gás. “É a fase de começar, de fato, a extrair e produzir”, diz Stefani. Neste momento são contratadas prestadoras de diversos serviços de apoio à produção e manutenção, de acordo com o especialista. Veja os cargos que ganham mais demanda nesta fase:

8- Gerente de operação

Características do profissional: Formação em engenharia. Diversas habilitações profissionais se encaixam no perfil do gestor de operações. “Há movimentos no mercado de ir buscar esses profissionais na indústria química e petroquímica”, diz Stefani. É um cargo com alto grau de responsabilidade, lembra o especialista da Michael Page, já que é o profissional responsável por gerenciar toda a planta química off-shore que é a FPSO. Por isso a experiência é o diferencial para garantir a vaga.

Salário: profissionais com 10 anos de experiência ganham, em média, 35 mil reais. Quanto maior o tempo de experiência, maior o salário, que pode chegar a 50 mil reais, de acordo com o gerente da Michael Page.

9 - Oficiais de náutica

Características do profissional: De acordo com Stefani, este é um gargalo de formação no Brasil. “Os oficiais de náutica são formados pela Marinha e é uma área que não desperta muita atenção dos jovens na época de faculdade”, diz Stefani. Ele ressalta que cada uma das embarcações que fazem o apoio da produção precisa ter oficiais de náutica.

Salário: para um comandante pode passar de 30 mil reais. “Recentemente fizemos uma posição bem específica de comandante para uma empresa internacional, o profissional selecionado era de nível sênior, tinha 30 anos de experiência, e o salário chegou aos 40 mil reais”, afirma Bruno.

10- Gerente de plataforma

Características do profissional: Formação em engenharia e experiência prévia são fundamentais para o cargo. Outro ponto importante é a necessidade das habilidades de gestão e comprometimento com o projeto, assim como a preocupação com questões de segurança do trabalho, destaca Bruno.

Salário: 25 mil a 35 mil reais. “Tem a questão da periculosidade, pelo fato de estarem embarcados, que aumenta o salário também”, lembra o especialista da Michael Page.
Gestão Educacional
3 maneiras de convencer as pessoas sobre uma ideia 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:51 hs.
25/10/2013 - Se você tem boas propostas para o local onde trabalha ou estuda, mas não sabe como provar a eficácia delas, confira três maneiras de convencer as pessoas sobre uma ideia

Se você está em uma situação em que deve provar sua ideia de maneira racional, o mais adequado é encontrar números que demonstrem como sua proposta pode ser eficiente

Apenas demonstrar uma ideia e esperar que outras pessoas a aceitem não é o suficiente. Um líder deve saber como exemplificar os motivos que tornam aquela sugestão boa para ser colocada em prática. Se você deseja saber quais maneiras de ter bons argumentos para justificar suas criações e convencer colegas de trabalho ou até mesmo seu chefe, confira 4 maneiras de justificar uma boa ideia:

1. Cenário racional: mostre os números
Se você está em uma situação em que deve provar sua ideia de maneira racional, o mais adequado é encontrar números que demonstrem como sua proposta pode ser eficiente. Faça uma análise cuidadosa, apresente detalhes de como aquilo pode beneficiar a equipe e leve em conta todas as opções alternativas para deixar claro o motivo pelo qual sua sugestão é a mais lógica para ser aderida.

2. Cenário de imitação: diga que todos estão fazendo
Essa pode parecer uma alternativa inválida, mas na verdade costuma funcionar com frequência. Dizer que outras pessoas também estão aderindo a ideias como a sua, seja no mercado de trabalho ou com projetos universitários, causa impacto nas pessoas, já que normalmente elas procuram por algo que esteja atualmente em pauta. Além disso, essa opção mostra que outros também já tomaram a mesma decisão que você e ela funcionou.

3. Cenário padrão: pessoas esperam isso de nós
Em um cenário padrão, conseguir fazer com que as pessoas mudem de ideia é muito mais complicado. Por isso, uma boa alternativa é explicar, encontrando exemplos, que outras pessoas esperam que sua ideia seja realizada.

                   Professores

7 pecados da reunião pedagógica

Como fugir dos erros mais comuns e acertar no trabalho coletivo

1 Participação facultativa

O que acontece A escola não obriga os professores a comparecer aos encontros de formação, pois: 
- A rede não paga pelos horários de estudo coletivo. 
- Os docentes trabalham em mais de uma escola. 
- A prioridade é dada às tarefas individuais (como corrigir lição de casa), em detrimento das coletivas. 

Por que é um erro Se alguns docentes participam da formação e outros não, o ensino na escola não se desenvolve como um todo: os alunos dos professores que vão atrás da formação aprenderão, enquanto os outros, não. Também não há troca de experiências ou aperfeiçoamento de estratégias. "O trabalho pedagógico pede um esforço conjunto para o planejamento de maneiras eficazes a fim de que os alunos avancem. Caso contrário, há um empobrecimento do currículo e dos processos didáticos", diz Inês Assunção de Castro Teixeira, pesquisadora, socióloga e professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 

Como corrigir Se o problema é o não-pagamento das horas de formação, a categoria tem o direito de pedir a regulamentação junto à Secretaria de Educação. Até que haja mudanças, é preciso buscar alternativas, como montar um calendário que preveja encontros regulares do coordenador com os professores, agrupados por série, ciclo ou disciplina - que também resolvem o problema quando parte da equipe não cumpre jornada integral. Contudo, se os docentes são dispensados, os gestores precisam rever seus conceitos sobre a qualidade do ensino e procurar capacitação.

                  Coordenador

Desvios de função do coordenador pedagógico

A falta de clareza sobre as atribuições do cargo bagunça a rotina do formador e traz sobrecarga de tarefas

Organizar os horários de uso da biblioteca, dar uma força aos funcionários na época de matrícula e conversar com os pais. Demandas demais e de todos os tipos vão parar nas mãos dos coordenadores pedagógicos, constatou a pesquisa O Coordenador Pedagógico e a Formação de Professores: Intenções, Tensões e Contradições, encomendada pela Fundação Victor Civita (FVC) à Fundação Carlos Chagas (FCC). Atolados em afazeres, muitos não conseguem atuar satisfatoriamente na formação em serviço dos professores, que é a sua função prioritária. Assim, esses profissionais assumem papéis equivocados, como o de "psicólogo" ou "relações-públicas", às vezes sem se dar conta disso.

Apesar de 87% dos 400 entrevistados em 13 capitais brasileiras na fase quantitativa do estudo terem apontado a gestão da aprendizagem como uma atividade da sua responsabilidade, só 17% citaram a observação da dinâmica da sala de aula - uma das principais estratégias formativas - como parte da sua rotina. Existem ainda 19% que declaram substituir pessoalmente, uma ou duas vezes por semana, algum professor que falta, quando poderiam apenas contribuir na criação de um plano para lidar com esse tipo de emergência. Já 26% reconheceram ser insuficiente o tempo dedicado ao projeto político-pedagógico (PPP), cuja criação coletiva se constitui numa atividade-chave no processo de aprimoramento da função docente. E uma parcela, embora pequena (9%), simplesmente não tem em seus afazeres nenhuma atividade relacionada à formação.

A pesquisa concluiu que eles se descuidam da essência do trabalho e se ocupam de tarefas secundárias porque falta clareza sobre qual é exatamente o seu papel. ''Os próprios coordenadores não sabem as fronteiras do seu papel e, por isso, aceitam todas as demandas que lhe são dadas, fazendo coisas demais por não terem a compreensão de que são formadores'', ressalta Ana Maria Falcão de Aragão, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O quadro é de uma profissão que ainda está em processo de construção. ''Como não existe uma identidade constituída, o coordenador tenta delineá-la no dia a dia. Diante das imposições que surgem, ele faz o que acredita pertencer à sua esfera de competência'', diz Laurinda Ramalho de Almeida, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Nem sempre acerta nas prioridades.

                      Diretor

A minha ou a nossa escola?

O papel da escola se intensifica ao entendermos que ela é de todos da mesma forma que pertencemos a ela

Minha escola. É assim que, geralmente, os gestores se referem à instituição que dirigem. A posse implícita na expressão parece semelhante à que indica de quem é a toalhinha de crochê que se encontra sobre o arquivo ou o porta-retrato com fotos da família.
Da mesma forma, são comuns as expressões "meus professores", "meus alunos", "meus funcionários". Podemos até imaginar que esse é um jeito de demonstrar devoção ao cargo. Sem tirar o mérito do zelo profissional, é preciso apontar o risco de considerar a escola - e o que ela abriga - como um domínio particular.
A expressão popular "cuido disso como se fosse meu" traz a impresão de que se tem mais consideração - ou simplesmente mais cuidado - com algo que nos pertence. E ainda: que a propriedade privada tem mais importância que a pública. Basta lançar um olhar à nossa volta para ver o descaso com que os espaços de uso comum são tratados, fato que reforça uma crença equivocada segundo a qual "o que é de todos não é de ninguém".
Aprendemos que os adjetivos possessivos indicam propriedade: minha blusa, seu livro, nossa casa. Esse sentido se aplica bem para coisas. Entretanto, há outro significado quando dizemos: "Minha mãe, seu amigo, nosso time". Ao nos referirmos à pessoa e à instituição, a relação que se estabelece não é a de posse, mas de um sentimento duplo: sou dela da mesma forma que ela é minha. O que expressamos é uma ideia de pertencimento: minha família, nosso país.
Escola - espaço que não é só físico e se constitui de tantos elementos complexos dos quais ninguém tem a posse e com os quais devemos estabelecer uma relação de convivência e de trabalho. Por isso o gestor precisa cuidar para que as ações não sejam de caráter possessivo.
Pode-se pensar que essa ref lexão só tem validade para as escolas públicas, uma vez que, do ponto de vista formal, os gestores não são seus proprietários. Mas não é a esse sentido que me refiro. Mesmo no caso de uma instituição particular, na qual o dirigente muitas vezes é também o dono, a escola - que é um espaço público - só cumprirá sua missão se for de todos aqueles que a constituem, cada um em sua função. É claro que os gestores têm um papel específico e uma responsabilidade própria, que só ganham significado, porém, se estiverem articulados ao trabalho dos outros.
Na escola, o adjetivo cabe melhor se usado no plural. Na pluralidade. Nossa escola - uma instituição que nos pertence, como um bem que assumimos, e à qual também pertencemos, porque com nossa atuação cotidiana damos a ela sua feição.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Ensino Superior
Jovens se mobilizam para promover educação e cultura 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 00:23 hs.
23/10/2013 - Criatividade, senso crítico e muita vontade de fazer algo para promover mudanças verdadeiras na sociedade. São características como estas que têm aproximado uma série de jovens em comunidades da cidade de São Paulo.

A adolescente Amanda Ribeiro, 15 anos, estudante do segundo ano do Ensino Médio, pretende no próximo dia 24, junto às amigas, movimentar a tarde dos outros estudantes da escola EE Dr. Honório Monteiro, localizada na zona Leste da capital paulista.

Elas irão comandar uma oficina de touch ball na quadra da escola. A proposta é mobilizar os outros alunos a se engajarem também no projeto Revitalização Honório, que elas desenvolvem com o apoio do Programa Aprendiz Comgás (PAC) na comunidade.

As jovens já conseguiram a liberação para a ação de revitalização do espaço de lazer na escola e, a partir de agora, a ideia é organizar um calendário de atividades que prevê a participação da comunidade do entorno. “Tudo começou quando tivemos a ideia de reformar uma sala da escola que estava abandonada e transformá-la em uma sala cultural, e realizamos a nossa tarefa. Agora, queremos mais. O objetivo é fazer com que a comunidade e a escola tenham uma área de lazer, que as pessoas possam encontrar seus amigos, sentar para ler um livro, em um local agradável”, conta a adolescente.

O grupo, realizou a ação “Fala Jovem”, em setembro, com outros colegas e o grêmio da escola. Na ocasião, foram espalhados diversos cartazes pela escola com frases que buscaram incentivar os jovens a refletir sobre suas ideias e também motivá-los para uma nova postura perante o mundo. “A ideia é parar de reclamar do que está errado e tentar concertar o que se for possível”, enfatiza Amanda.

Do outro lado da cidade

Na zona leste de São Paulo, a cultura foi a maneira encontrada por Caio César, de 25 anos, para promover mudanças e engajar outros jovens em causas relevantes para a comunidade. Há quatro anos, exatamente no dia 19 de outubro de 2009, nascia o grupo Usina dos Atos. Durante a graduação, Caio convidou alguns colegas de faculdade que também se interessavam por arte para formar o grupo.

“A ideia da Usina era ocupar um papel de disseminação cultural e troca de experiências, entre diferentes atores sociais. Com o passar do tempo, o grupo também passou a ter um foco social e educacional”, relembra.

O que motivou Caio a desenvolver esse trabalho foi a forte relação que sempre teve com a área social. “Fiz muitos cursos e sempre desejei, desde muito novo, trabalhar com arte e educação, contribuir para o desenvolvimento do meu semelhante, principalmente jovens, acreditando que eu também cresceria em um processo de troca”.

E a proposta deu certo. Em 2013 o grupo realiza a terceira edição do Projeto 1ª CENA, que visa oferecer formação artística para 76 jovens de São Paulo. “Nossos projetos buscam o desenvolvimento crítico, o pensamento cidadão, muito além de uma formação técnica e artística”, comenta.

Caio sonha em tonar a Usina dos Atos uma instituição sustentável e sólida. Para isso, o grupo participa também do projeto Coletivo Jovem, do PAC, que tem como objetivo fortalecer coletivos juvenis na cidade de São Paulo.

“Acredito que a juventude tem papel fundamental nas transformações que a nossa sociedade tanto almeja, mas que não sabe por onde começar. É preciso incentivá-los e muni-los das melhores ferramentas. É necessário também que sejam realizados investimentos para que essas forças se unam. Por isso, as ótimas oportunidades que tive na vida quero transferir aos mais novos, para criar essa corrente”, ressalta o jovem.
Tecnologia Educacional
Bradesco e Claro lançam sistema de débito por celular 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:20 hs.
23/10/2013 - Foco do produto é população não bancarizada, segundo diretor da Claro.

Projeto piloto vai começar em cidades do RJ e em Goiânia.

A Claro lançou na terça-feira (22), por meio da MPO, associação da operadora com o Bradesco, o Meu Dinheiro Claro, projeto-piloto de pagamentos móveis que estará disponível inicialmente nas cidades de Belford Roxo, São João de Meriti e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, além de Goiânia (GO).

Trata-se de um sistema pré-pago no celular que permite pagar contas, fazer compras com débito e transferências e saques de dinheiro. As compras podem ser feitas em estabelecimentos que tiverem as máquinas de atendimento da bandeira Cielo.

"O foco do produto são os 48% da população não bancarizada", disse Alexandre Olivari, diretor de serviços de valor agregado da Claro, a jornalistas em evento de telecomunicações Futurecom.

As recargas do cartão pré-pago podem ser feitas nos terminais Bradesco Express, enquanto os saques serão disponíveis nos terminais de autoatendimento Bradesco Dia&Noite nas cidades do projeto-piloto.

Segundo Olivari, o projeto será testado até o início de 2014, quando terá expansão para outras cidades do país. A adesão ao Meu Dinheiro Claro é gratuita, feita nas lojas da Claro. Há tarifas de R$ 1,50 para transferências e de R$ 5 para saque. As operações de débito são gratuitas.